As despesas podem ser de três tipos: fixas, variáveis e extraordinárias.
As primeiras são, por definição, invariáveis e compreendem o aluguer da casa - ou as prestações da sua compra-, alimentação, contas da electricidade, telefone, gás...
As despesas variáveis, ou circunstanciais, são as que não têm periodos fixos de desembolso, mas, por serem mais ou menos habituais, podem prever-se. É o que acontece com o vestuário, o calçado, as reparações, etc.
Por último, as extraordinárias são as que podem ou não apresentar-se e, portanto, não é possível contar com elas. Uma viagem inesperada, um tratamento médico, um acidente ou uma doença são alguns exemplos deste capítulo.
O rendimento familiar deve repartir-se atendendo em primeiro lugar às despensas fixas, a que se atribui uma quantia também fixa. Depois, destina-se uma parte razoável às variáveis ditadas pela lógica e experiência. O restante constituirá uma especie de «fundo de maneio» para situações imprevisíveis, que, não acontecendo, incrementam a poupança.
(retirado deste livro)
digam-me, querem que continue com este tipo de textos? Os próximos seriam: como se estabelece o orçamento?, porque surgem as dívidas? e um exemplo prático do orçamento.
7 Segredos...:
Por mim podes continuar estou a gostar de ler este tipo de dicas
Olá, eu gostava muito que continuasse.Andei à procura desse livro mas não o encontrei, pare-me bem interessante.
bjo
Olá, Sim podes continuar, são dicas resumidas mas muito interessantes.
Sim! Quantas mais sugestões temos, melhor podemos fazer!...
Cumprimentos, Ariana
Olá, por mim podes continuar... adoro dicas... ;)
Beijos
Di
Olá, as dicas que tens deixado no teu blog são uteis... continua!! Optimo trabalho
Bjs
sim por favor é mt util
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