Se os rendimentos são mensais, o orçamento terá esse
carácter. não obstante, hoje registam-se algumas variáveis susceptíveis de modificar os termos de um orçamento
típico.
é o que acontece com algumas facturas domésticas -
electricidade, água, gás e telefone, entre outras despesas fixas -, as quais podem ter uma
periocidade variável: mensal, bimensal ou trimestral.
Sucede o mesmo com os pagamentos de
carácter anual,
como impostos, seguros e despesa de férias, para o que se torna conveniente um controlo diferente, talvez numa agenda.
Segundo os peritos de economia doméstica, o orçamento mensal de uma família de tipo médio distribui-se pelos seguintes itens e percentagens:
Alimentação: 1/2 dos rendimentos
Aluguer da casa ou prestações de compra: 1/3 dos rendimentos
Estudos e formação: 1/4 dos rendimentos
Consumo energético: 1/10 dos rendimentos
Poupança estimada: 1/5 dos rendimentos
Observa-se nesta distribuição que as despesas de alimentação - a que se devem juntar as da limpeza e manutenção, pois saem do mesmo fundo - abarcam metade dos rendimentos. mas há produtos que não se compram obrigatoriamente todos os meses, enquanto outros se
repõem duas ou mais vezes ao longo do
mês.
Para conhecer com maior
exactidão a
realidade do orçamento, devem subtrair-se as despesas dos rendimentos, descontando em seguida a quantia
correspondente a cada
mês das facturas mencionadas.
O montante resultante desta operação pode dividir-se por
quatro, com o que obteremos outra aproximação: a quantia semanal que fica para despesas variáveis ou imprevistas.
retirado
deste livro